Dívidas e Soluções

Dicas e relatos pra ajudar pessoas endividadas a encontrarem uma solução

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Dia das Crianças - CUIDADO com as superpromoções

Imagem: internet
Palavras como liquidação e saldão são usadas para atrair clientes em época de crise


Segundo dados do Banco Central, com a crise econômica, as famílias brasileiras passam pelo maior endividamento dos últimos 10 anos. No entanto, é difícil quem resista a presentear filhos, sobrinhos ou netos no Dia das Crianças. Com a data se aproximando, no dia 12 de outubro, é necessário ficar atendo na hora das compras.

Gil Deschatre, professor de Finanças Pessoais da Universidade Veiga de Almeira, alerta que, com esse cenário, palavras sedutoras como “liquidação”, “saldão” e “queima de estoque” são amplamente utilizadas para atrair compradores. Por isso, é necessária atenção mesmo quando a vantagem parece ser muito atrativa.

Segundo Deschatre, o maior erro dos brasileiros ao adquirir produtos é o parcelamento das compras. Ele explica que o parcelamento deve ser evitado sempre, não apenas em tempos de crise, assim como o adiamento do pagamento do cartão de crédito, que é considerado pelo especialista como ‘suicídio financeiro’.

Uma estratégia é questionar se há bens mais importantes que precisam ser comprados antes do que está sendo oferecido com desconto.“Reflita e verifique se você ainda tem renda disponível para adquirir aquilo que te atrai. Se não tem mais dinheiro, repense, não force a barra, comprar sem dinheiro significa endividar-se, gastar o que ainda não tem”.

Crédito # renda
O consumidor deve tomar muito cuidado para não confundir crédito com renda. Ao pensar em adquirir algo, este não deve se basear no seu limite de crédito, pois, a maioria das pessoas têm limites em cartões maiores do que as próprias rendas, e esse é um dos maiores causadores de endividamentos. “Se decidir comprar algo, o ideal é se basear na renda disponível”, aconselha Deschatre.
Fonte: O Globo Online 
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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Um terço dos recém-casados desconhecem finanças do cônjuge

OcusFocus/Thinkstock

Apesar de todas as promessas feitas no altar, os noivos raramente se comprometem a dizer ao novo companheiro qual é a situação de suas contas bancárias.

Como resultado, 33%dos recém-casados se surpreendem com a situação econômica do parceiro e 36% não sabem nada sobre os hábitos de despesas do companheiro, de acordo com uma pesquisa realizada recentemente pela empresa de monitoramento de crédito Experian com americanos.

Quando perguntados qual a quantia máxima que gastariam sem consultar previamente o cônjuge, os homens responderam US$ 1.259. As mulheres disseram US$ 383.

Os homens foram mais propensos a esconder dinheiro dos cônjuges: cerca de 20% tinham contas secretas sem o conhecimento do cônjuge, em comparação com 12% das mulheres.

A pesquisa com 1.002 adultos dos EUA que se casaram no ano passado foi realizada pela Experian pela internet de 21 de janeiro a 1º de fevereiro deste ano.

“Talvez as pessoas que têm um salário mais alto sejam as que o mantêm em segredo”, disse Michael Slepian, pesquisador pós-doutorado e especialista em sigilo da Faculdade de Administração de Columbia, nos EUA.

“Para mim, faz sentido que os homens mantenham esses detalhes financeiros em segredo mais do que as mulheres, porque acho que elas contam essas coisas mais para outras pessoas”.

Dos participantes da pesquisa, 49% se identificaram como homens e 51% como mulheres. A pesquisa não perguntou aos participantes se eles estavam em relacionamentos heterossexuais ou homossexuais.

Apesar da importância de um perfil de crédito saudável para decisões importantes na vida conjugal, como a compra de um carro para a família ou da primeira residência, apenas 40% conheciam o perfil de crédito do parceiro antes de se casarem.

Dos participantes, 56% concordaram com a seguinte afirmação: “Antes de me casar, pensei em como o perfil de crédito de um potencial cônjuge poderia afetar minhas finanças”.

Os perfis de crédito são uma fonte de problemas conjugais para 39% dos recém-casados e 19% precisaram de um fiador depois de se casar porque não tinham crédito suficiente.

As dívidas não tinham sido discutidas em detalhe antes do casamento e 31% dos participantes não sabiam qual era o saldo dos empréstimos estudantis dos parceiros.

Independentemente de a informação financeira mantida em sigilo pelo cônjuge se centrar em crédito, salário ou dívida, Slepian disse que esconder informações pode prejudicar o relacionamento dos recém-casados.

“As pessoas muitas vezes acham que revelar um segredo terá consequências negativas, mas mantê-lo e revelar mais tarde não melhorará a situação”.
Por Polly Mosendz
Fonte: Exame.com


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7 conselhos financeiros para quem vai se divorciar

Thinkstock/lolostock
São Paulo - A sua felicidade está, sem dúvida, acima de qualquer perda de dinheiro. Mas não dá para ignorar que passar por um divórcio tem um preço não só emocional, mas também financeiro. É provável que você enfrente algumas mudanças na vida que envolvam dinheiro: queda na renda familiar, mudança de casa e divisão de bens, além do custo do próprio divórcio.

“Mas não deixe de se separar de jeito nenhum por causa de dinheiro. Não vale a pena”, aconselha a planejadora financeira Viviane Ferreira. Com as dicas a seguir, esse processo todo pode ser menos doloroso para você e para o seu bolso. Confira sete conselhos financeiros se você estiver prestes a pôr um fim no casamento:

1. Saiba que seu estilo de vida vai mudar – e se prepare para isso

Os mesmos salários de duas pessoas que sustentavam só uma casa agora passarão a manter duas casas – e duas vidas. É provável que você seja obrigado a reduzir seu padrão de vida, pelo menos nos primeiros meses após a separação, até se reestabilizar. Por isso, Viviane aconselha fazer de tudo para reduzir ao máximo os custos fixos nessa fase.

“É uma nova vida. Por mais que em um primeiro momento pareça um furacão, é preciso ter tranquilidade para enxergar que é uma fase temporária”, diz. É preciso refazer as contas de ganhos e gastos, com a ajuda de aplicativos ou de planilhas. Se achar melhor, recorra a um consultor financeiro.

2. Quem ganha mais pode pagar mais pelos filhos

Nem sempre os gastos com os filhos devem ser divididos igualitariamente, depende da condição de cada um. É bem comum e aceito pela Justiça que quem tem mais renda arque com mais despesas.

“É importante que as pessoas tenham essa clareza e que quem ganha menos possa se posicionar para não assumir gastos que depois não consegue pagar”, orienta Viviane.

Além disso, ter a guarda compartilhada significa dividir igualmente todas as responsabilidades das decisões que envolvam os filhos, inclusive financeiras, mas não necessariamente o tempo da criança com cada um.

3. Conheça todas as movimentações financeiras

Antes de se separar, é essencial saber quanto dinheiro o casal tem investido e onde está esse dinheiro. Também é importante participar de todas as decisões financeiras importantes.

“Na separação, quem não cuidava tanto dos investimentos vai precisar ficar a par de tudo. Não deixe que o ex-cônjuge tome conta das suas finanças, assuma a responsabilidade para você”, afirma Viviane.

4. No início, prefira alugar a comprar um imóvel

A decisão sobre quem vai ficar morando na casa do casal e quem vai se mudar depende de uma negociação entre os dois, ou da divisão de bens estabelecida pelo juiz. Também pode acontecer de os dois saírem do imóvel, ele ser vendido e o dinheiro ser partilhado.

No entanto, no momento é preferível manter o imóvel, pois pode ser dificil vendê-lo por conta das incertezas quanto ao futuro da economia. “Não dá para se atirar em qualquer oferta”, aconselha o consultor financeiro Alfredo Meneghetti, do Estúdio de Finanças da PUC-RS.

Um fica na casa, portanto, e o outro sai. O conselho para quem sai é alugar um imóvel em um primeiro momento, em vez de comprar.

Essa é uma fase de incertezas na vida, e comprar um imóvel, por ser um bem de alto valor que você terá por boa parte da vida, exige cabeça fria e estabilidade emocional. “Não é momento para tomar decisões correndo”, diz Viviane. Os preços dos aluguéis estão em queda, o que é mais um ponto a favor dessa alternativa.

Também podem acontecer acordos de, por exemplo, um ficar na casa do casal por um tempo, e depois ela ser vendida e o dinheiro ser dividido.

5. Se a separação não for muito amigável, é melhor ter dois advogados

Pelo menos um advogado para os dois é imprescindível para fazer o divórcio, seja ela em cartório ou por meio da Justiça. É ele que vai encaminhar todos os trâmites legais e orientar a separação de bens. Lembre-se de que você terá este custo com os serviços do profissional.

Mesmo assim, a advogada Mariana Carraro Trevisioli, especialista em direito de família do escritório Trevisioli Advogados Associados, aconselha que cada um tenha o seu advogado.

“Se no futuro o ex-casal discordar por algum motivo, o advogado dos dois não pode representar nem um, nem outro. A relação pode ser boa hoje, mas amanhã não se sabe”, aconselha Mariana.

6. Não importa a renda de cada um, os bens devem ser divididos igualmente

Toda a vida do casal foi construída pelos dois igualmente, mesmo que um tenha uma renda maior do que a do outro. “Ambos só conquistaram o que têm porque estavam juntos, não importa se um não trabalhava ou se o outro ganhava mais”, esclarece Viviane.

Por isso, se não houve um pacto pré-nupcial anterior que estabeleceu as regras do que aconteceria com os bens em caso de separação, a lei é clara: todos os bens adquiridos após o casamento devem ser divididos igualmente.

Além dos bens, Meneghetti lembra que também serão divididos igualmente todos os investimentos e as dívidas contraídas juntos.

É comum um dos dois ocultar um patrimônio na hora de partilhar os bens para fugir da divisão igualitária, como observa Mariana. No entanto, a advogada faz a ressalva de que, ao deixar de informar a existência de um bem, além das chances de sofrer uma ação indenizatória no futuro, o ex-cônjuge pode ser acusado de cometer um crime.

“Em direito de família, falamos que quem sai na frente sai ganhando. Se você tem dúvida, peça imediatamente as provas necessárias ao advogado”, orienta Mariana. O juiz pode obrigar o banco a mostrar todas as movimentações financeiras do ex-cônjuge, por exemplo.

7. Se prepare para os custos do divórcio, no cartório ou na Justiça

O que vai determinar se o divórcio vai ser feito no cartório ou por meio da Justiça é o consenso do ex-casal e a existência de filhos, explica Mariana.

Quem tem filhos menores de 18 anos ou incapazes precisa abrir um processo na Justiça para se divorciar. Já se não houver filhos ou se eles forem maiores de idade, o divórcio pode ser feito em cartório, por escritura pública, desde que haja consenso entre os dois.

“Emocionalmente, é mais barato se divorciar no cartário porque é mais rápido. Financeiramente, o preço é parecido. Se gasta menos com uma ação judicial do que com o cartório, mas se paga mais para o adovago, então os custos se equivalem”.

Os divórcios em que não há patrimônio para dividir, porque o casal não tem ou porque casou com separação total de bens, são mais baratos. Quando é preciso dividir os bens, há gastos com impostos, registros de imóveis e custos com a Justiça ou com o cartório.
Por Júlia Lewgoy
Fonte: EXAME.com
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Sucesso nas Finanças: Importância do planejamento

A incerteza dos preços — e também do emprego — fazem parte de uma realidade cruel

Rio - Em períodos de crise econômica, com inflação em alta e restrições no mercado, é fundamental fazer planejamento financeiro e mantê-lo sob controle para ter um futuro bem alicerçado. A incerteza dos preços — e também do emprego — fazem parte de uma realidade cruel.

Nesse contexto, fazer uma reserva financeira tornou-se essencial, assim como se organizar, para não entrar em uma situação de insolvência financeira. O planejamento consiste em definir os objetivos e resultados a serem alcançados e os meios a serem utilizados para se chegar às metas.

Pergunta e resposta

“Estou preocupado em perder meu emprego. Além de manter minha família, pago pensão para meu filho do primeiro casamento. Como funciona a pensão quando se fica desempregado? Tem alguma coisa que eu possa fazer desde já para evitar problemas? É verdade que quem não paga pode ser preso?” Rodrigo Mendonça, São Gonçalo

Se o desemprego tira o sono de milhares de brasileiros chefes de família, imagina para quem tem duas — e precisa pagar pensão alimentícia para a anterior. Não há lei que defina especificamente a situação, porém o entendimento mantido entre juízes e as decisões judiciais já proferidas indicam que enquanto o alimentante (aquele que legalmente deve pagar a pensão) estiver desempregado, deve ser mantido o valor referente ao último pagamento. 

Havendo a total impossibilidade de pagar a pensão, o alimentante deve solicitar à justiça revisão referente a esta obrigatoriedade. Caso o alimentante simplesmente diminua o valor ou deixe de pagar a pensão — sem negociar com a justiça —, pode resultar em prisão de 30 a 90 dias, podendo ocorrer inclusive renovação da penalidade. 

A Justiça entende que o fato de estar desempregado não exclui do alimentando suas responsabilidades de provedor na criação e educação de seus filhos. Todas as possibilidades de resolver a situação serão avaliadas pela justiça, incluindo a redução do valor da pensão a patamar que possa cobrir as necessidades básicas dos filhos, ou até, transferir a responsabilidade da pensão aos avós.
por Marta Chaves
Fonte: O Dia Online
Postado por Dívidas e Soluções às 09:18 Nenhum comentário:
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

5 estratégias financeiras que funcionam com qualquer pessoa

Imagem: internet
SÃO PAULO – Algumas táticas para controlar e organizar suas finanças podem dar certo para seus conhecidos, mas não necessariamente serão boas para você.


Entretanto, como explicou o site "The Simple Dollar", existem algumas estratégias que são essenciais para todas as pessoas entenderem suas finanças e que funcionarão em todos os casos, principalmente pelo fato de serem simples, rápidas, e conselhos que não se tornam ultrapassados.

Confira cinco deles:

Quitar as dívidas com juros maiores: Dívidas com cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais possuem os juros mais altos do mercado. Mantê-las é prejudicial tanto para suas finanças, já que elas ficam comprometidas, quanto para você próprio, que deixa de alcançar metas financeiras e de concretizar planos.

As dívidas e possuem juros menores também devem ser quitadas, mas podem ser colocadas em segundo plano.

Criar um fundo para emergências: Não existem motivos que apontam que ter um fundo de emergência é algo ruim ou que você não deveria ter. Se tiver algum problema com seu carro, casa, um possível acidente ou uma situação inesperada que acabe custando, você precisa ter uma reserva de dinheiro para não se prejudicar financeiramente.

O ideal é que você consiga montar uma reserva com dinheiro suficiente para se manter por no mínimo seis meses, segundo o assessor financeiro Joe Carbone.

Pesquisar os melhores preços para compras recorrentes: Em casos de compras caras e que são constantes, o ideal é fazer uma busca bem rigorosa pelo menor preço, ainda que lhe custe algum tempo. Mesmo que você acredite ter encontrado o melhor preço, pode encontrar um acordo mais vantajoso se procurar mais.

Acompanhar seus gastos: Mesmo que você tenha uma renda alta, pode passar a gastar menos se começar a acompanhar seus gastos algumas vezes no ano. Além disso, é uma maneira de saber para onde seu dinheiro está indo. Analisar suas últimas faturas do cartão de crédito e extratos bancários são algumas possibilidades.

Criar um orçamento mensal para sua casa e família: Para acompanhar seus gastos com contas de luz e água, aluguel, alimentação, educação, entre outros, e evitar que eles saiam do controle, crie um orçamento mensal voltado apenas para eles.

Assim, você perceberá onde é possível cortar gastos, identificar os maiores e controla-los à sua maneira.
Fonte: InfoMoney
Postado por Dívidas e Soluções às 18:44 Nenhum comentário:
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Seis dicas para cortar gastos e fazer o dinheiro render mais

Imagem: internet
Aprender a classificar e a priorizar as suas despesas é fundamental para readequar os custos domésticos e não recorrer a dívida. Confira nossas dicas e saiba como enxugar o orçamento.

Se cortar gastos domésticos já é a ordem em tempos de crise, imagine em caso de desemprego ou de um problema de saúde na família? Por isso, seja numa situação de perda temporária ou permanente de renda, readequar o orçamento doméstico é fundamental para você fazer o dinheiro durar por mais tempo e não precisar recorrer a dívidas. O primeiro passo é aprender a classificar os seus gastos mensais, que se diferenciam em relação à flexibilidade de cortes, levando em conta curto e médio prazos. Confira nossas dicas e veja como readequar seu orçamento e fazer o dinheiro render mais: 

1 – Classifique seus tipos de gastos

Os gastos fixos se referem aos valores que já estão definidos, independentemente do consumo da família, como aluguel, cota do condomínio, plano de saúde, TV por assinatura e escola dos filhos. Já os semifixos são as despesas de supermercado, transporte e contas de luz e telefone, por exemplo, que aparecem todo mês, mas com variações de valores. 

2 -Itens variáveis são mais fáceis de cortar 

Por outro lado, os gastos variáveis são os mais fáceis de cortar, porque não são itens essenciais, em geral, e podem reaparecer ou não de um mês para o outro. Dessa forma, nós podemos controlar melhor esses custos, como lazer (incluindo bares e restaurantes), vestuário e cuidados pessoais (salão de beleza). 

3 – Estabeleça prioridades 

Após classificar seus gastos, você deve estabelecer prioridades, para avaliar a possibilidade de cortar alguns itens. Claro que isso pode variar de família para família, mas, em um período de queda dos rendimentos, cortar despesas com lazer sempre é mais aconselhável do que com alimentação, por exemplo. 

4 – Faça um planejamento 

Tenha sempre em mente que o endividamento deve ser encarado como último recurso. Para isso, é essencial fazer um planejamento financeiro e controlar o impulso pelo consumo. De forma imediata, você pode começar a cortar os gastos variáveis, mas ainda é possível tentar diminuir os semifixos. 

5 - Aluguéis podem ser negociados 

Embora os gastos fixos peçam um prazo maior para serem enxugados, há itens com custos menos amarrados hoje em dia. Se você paga aluguel, por exemplo, vai perceber que existe uma margem maior para negociar a despesa. Com a queda dos aluguéis, esse recurso tem sido bem-sucedido. 

Agora, se optar pela troca de residência, primeiro verifique o prazo do contrato e a multa a ser paga, e confronte os valores da mudança, entre outros itens. Feito isso, é hora de avaliar a diminuição de custos, se encontrar um imóvel mais barato. Dependendo do caso, pode ser que a mudança compense ou não. 

6 - Poupar é a melhor opção 

Contudo, o ideal é sempre tentar poupar enquanto é possível. O valor aconselhável para manter uma reserva de emergência equivale a no mínimo seis vezes o rendimento da sua família. Assim, no caso de uma eventualidade, e se a família continuar vivendo com o mesmo padrão, o dinheiro vai durar apenas seis meses. Mas, se o padrão for reduzido, o período pode ser estendido, dando uma margem maior para que ela possa se recuperar. 
Fonte: Proteste - proteste.org.br
Postado por Dívidas e Soluções às 18:29 Nenhum comentário:
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